A importância dos contratos nos relacionamentos

Quero falar com vocês para sobre um tema que na minha opinião é divisor de águas em um relacionamento: limites!
Você já construiu um "contrato" dentro do seu relacionamento? Isso é fundamental para que exista um bom relacionamento. Limites claros entre o que eu quero, o que eu espero e o que eu posso dar. Tem nesse "contrato" aquilo que o outro quer e espera de mim, e aquilo que ele pode dar. Se está de comum acordo, então ambos podem conviver em harmonia e equilíbrio.
Quando os papéis estão claros, conflitos tem pouca margem para acontecer. Quando acontecem conflitos, este é um ótimo momento para que as pessoas possam rever seus contratos e entender o que ambas esperam daquele relacionamento. Contratos podem mudar à medida em que o tempo passa. As expectativas mudam, as pessoas mudam. O que você queria há um tempo atrás, pode não ser o que você continua querendo hoje.
Quanto mais justos formos com as pessoas com quem convivemos, melhor, mais sincero e mais do bem é esse relacionamento. Concorda comigo?
Para aquela situação onde uma pessoas se sente incansavelmente invadido, pode ser que ela não esteja reavaliando os seus limites, consigo mesma e com a outra pessoa. Chega um ponto em que o afastamento é natural, uma vez que está presente o sentimento de é ou se permite ser violado, e na verdade, na maioria dos casos, a própria pessoa pode tomar uma atitude em relação à situação.
Pode ser que o outro nem esteja tendo notícia do que está afetando o outro, pois ele não verbalizou isso e só se afastou. O outro não sabe o que está acontecendo.
Ai vem o autoconhecimento! Quando nos conhecemos claramente, conseguimos tatear o nosso limite, nossas expectativas e como queremos viver a vida. Está tudo bem se em algum momento decidirmos que algo em nós mudou. E isso exige um esclarecimento com quem convivemos, para que haja uma saída equilibrada, visando um relacionamento sadio e justo.
É importante frisar que é essencial respeitar a outra pessoa como uma parte de nós! Todas as pessoas com quem convivemos tem um significado importante para nós!
Elas mostram um pouco de nós. Há estudos que falam que todos somos resultado das cinco pessoas com quem mais convivemos.
Fica aqui um exercício para você entender e construir limites em um relacionamento:
Faça um contrato consigo primeiro: Se conheça! Conheça os seus limites, expectativas, sentimentos, vontades. ;)
Grande abraço! 
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Por que eu não consigo emagrecer?



"Eu já tentei de tudo! Já fui a nutricionista, sai de lá com um cardápio na mão, comecei a seguir o que ela me indicou, mas não consegui manter por muito tempo. No primeiro momento senti um pequeno resultado, mas aquilo não era pra mim. Nada se encaixava na minha rotina. Me matriculei na academia e foi do mesmo jeito! A primeira semana me senti motivada a continuar, comprei roupas novas. Na segunda semana os compromissos se acumularam e eu comecei a frequentar a metade da semana, praticamente. Eu me sinto fracassada, sabe? Eu começo e não termino. Eu durmo e acordo pensando em ter um corpo magro, mas parece que lá no fundo eu sei que isso é impossível. A culpa me consome, o stress me consome, a angústia me consome. No fim, meu consolo é a comida. " (relato fictício)


Muitas pessoas me procuram com a queixa de ansiedade e junto dela, um dos grandes desconfortos é o comer compulsivo como válvula de escape.

No fundo o maior questionamento é: "POR QUE EU NÃO CONSIGO EMAGRECER?"

Você se sente assim ou conhece alguém que tem um relato parecido?

Quando analisamos os sintomas e correlacionamos ao contexto e história de uma pessoa assim é bem provável que comecemos a desembaraçar um novelo de sentimentos e cenas vividas e tudo começa a fazer sentido.

Todos nós somos aquilo que precisamos ser para viver com as nossas dores. Somos moldados por elas, pois é de lá que conseguimos construir nossos recursos e dar novas respostas (quando estamos saudáveis) a situações conhecidas ou não.

Uma das leituras possíveis para situações como desse relato é de que os ganhos com a comida são muito maiores do que a necessidade de ter um corpo magro. 


Quem se encontra numa situação assim vive numa ambivalência: me traz dor e também conforto. 

As respostas desse "por que" vem quando tomamos consciência desse lugar que elegemos para o alimento.  
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Terapia em grupo?!












O principal motivo que faz com que as pessoas não procurem essa forma de terapia é a vergonha ou a dificuldade de expor seus problemas para outras pessoas. Esse receio é totalmente compreensível, mas na prática não tem fundamento, pois todos que participam do grupo estão dispostos a ouvir e apoiar e não para julgar, ridicularizar ou menosprezar os outros participantes. O profissional que conduz o grupo também está lá para apoiar todos os presentes e auxiliá-los com suas questões. Cabe a ele não permitir que pessoas mal intencionadas ou com dificuldade para respeitar o outro participem do grupo.

Superando a desconfiança, timidez e incredulidade é hora de aproveitar os benefícios da terapia de grupo, que são muitos. O principal deles é estar em contato com pessoas que estão passando por situações parecidas com as suas. Através da troca, todos começam a se sentir mais fortes para enfrentar o problema e passam a vê-lo de uma forma diferente. Outros benefícios importantes também podem ser obtidos através da terapia de grupo:

Contato interpessoal

A oportunidade de conhecer e estar em contato com novas pessoas, principalmente pessoas que podem ter algo em comum com você.


Ter a certeza que está sendo ouvido e compreendido
Atualmente, muitas pessoas têm reclamado da dificuldade em poder ser ouvido e compreendido por alguém, encontrar alguma pessoa em que se possa confiar totalmente e principalmente, não ter suas idéias, pensamentos e problemas julgados e questionados. Certamente na terapia de grupo você não ouvirá as famosas frases: "Se eu fosse você", "No seu lugar" e "Você devia fazer como eu faço".
Sentir que existem pessoas que se importam com você e com a sua dificuldade
Superando a desconfiança, timidez e incredulidade é hora de aproveitar os benefícios da terapia de grupo, que são muitos. O principal deles é estar em contato com pessoas que estão passando por situações parecidas com as suas.

Ao interagir e trocar experiências com pessoas que estão vivendo situações iguais ou semelhantes às suas, as pessoas ficam mais próximas e preocupadas umas com as outras.


Ter um custo menor

Cada sessão de terapia de grupo geralmente tem o valor mais baixo que a terapia individual, o que torna a terapia acessível a um maior número de pessoas.


Os grupos podem ser livres ou temáticos

Nos grupos livres, as questões, problemas e interesses variam de pessoa para pessoa. Nos grupos temáticos, as questões são específicas como, por exemplo, obesidade, álcool, drogas, depressão, terceira idade, gravidez, luto e etc..


Caso você ou alguma pessoa conhecida esteja com dificuldade para encontrar apoio ou solucionar alguma questão, considere a terapia em grupo como opção. Saiba que existem grupos de pessoas coordenados por profissionais capacitados que estão dispostos e têm condições de te ajudar.

Quer saber mais? Clique no link:


público: mulheres entre 18 e 35 anos. 

5 pessoas por grupo / encontros de 1:30h} 
inscrições até 25 de janeiro. 

R$ 250,00/mensais



Av. das Palmeiras, 27 - Jardim Goiás, Goiânia - GO
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Depressão e Ansiedade ilustradas.

Depressão e ansiedade são duas condições muito comuns, porém muitos não entendem.
Quem não sofre de depressão e ansiedade normalmente classifica o quadro como frescura, mimimi ou algo que o deprimido inventa como desculpa pra não fazer as coisas ou tomar atitude perante a vida.




Mas não é tão simples assim, são doenças que prejudicam e matam, e por isso precisamos prestar atenção para poder ajudar quem sofre.
Frases como
Você precisa tomar um ar
Já tentou simplesmente não ter depressão?
Você é preguiçoso, é só sair da cama!
É muito drama por nada, tome uma atitude.

não ajudam em nada e só pioram a situação da pessoa. Os quadrinhos que você verá a seguir são o trabalho do artista Nick Selçuk que resolveu ilustrar o depoimento que uma das suas leitoras, Sarah Flanigan, compartilhou.
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Por Ana de Cesário – Publicado Originalmente em: Tá e Daí


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Planejamento de carreira para adolescentes

A maioria das crianças tem uma ideia do que querem ser quando crescerem, mas quando chegam à adolescência, o que antes era uma pergunta divertida começa a ter sérios reflexos. Alunos do ensino médio, em particular, começam a se concentrar na graduação, incluindo planejamento de carreira.

Felizmente, o planejamento de carreira enquanto ainda está na escola não precisa ser difícil.


Planejamento de carreira facilitado

Se você já começou a pensar no que gostaria de fazer depois da escola , então parabéns para você. Se você deseja iniciar um planejamento de carreira, mas não sabe ao certo o que gostaria de fazer, pense em alguns desses fatores:

Onde estão seus interesses? Você é fascinado por como as coisas funcionam? 

Concentrar-se nos seus interesses ajudará a orientá-lo na direção certa para uma carreira, e escolher um caminho no qual você já esteja interessado o manterá mais feliz a longo prazo.

Você tem algum talento especial? Você ama música ou tem um ouvido aguçado para a apresentação musical?  Talentos especiais e presentes têm uma maneira de levá-lo para a carreira certa.

Você está focado interna ou externamente? Em outras palavras, você está sempre preocupado com os outros e com o bem-estar deles? Ou, por outro lado, você sabe instintivamente que, para cuidar dos outros, precisa estar mais saudável? Responder a essas perguntas ajudará você a determinar se prefere trabalhar com um grupo grande ou com um grupo menor. Você também verá se gostaria de se concentrar em ajudar os outros ou voar sozinho.

Fale com um orientador profissional


Agora que você começou a pensar no que gostaria de fazer, conversar com um orientador seria um bom próximo passo. Você e seu orientador podem se sentar e discutir sua carreira escolar até o momento. Ele ou ela terá acesso aos seus registros e poderá lhe dar uma opinião objetiva sobre seus planos futuros. Lembre-se de manter o seguinte em mente:


  • Não seja tímido e fale se você não concordar.
  • Peça a opinião do conselheiro e realmente ouça sua resposta.
  • Todas as decisões finais são com você. Isso é muito importante e vale lembrar.
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Seu filho mente?



A maioria dos pais gosta de pensar que seus filhos são especiais. Então, pode ser uma grande surpresa quando os pais descobrem em algum momento que seus filhos estão mentindo. Mas, pesquisas mostram que mentir, mesmo para os pais, é uma parte natural do crescimento.

Na verdade, as pesquisas mostram que as crianças começam a enganar seus pais desde muito cedo na vida. Os bebês enganam seus pais por meio de gritos falsos, como se estivessem com fome ou com dor, como forma de reter a atenção e o colo dos pais.

Entre as idades de dois a três anos, as crianças começam a mentir quando infringem as regras estabelecidas. Aos cinco anos de idade, as crianças aprendem a mentir com sucesso para os outros. As crianças não são apenas predispostas a usar o artifício da mentira, mas, na maioria das vezes, as crianças aprendem esse comportamento em casa.

As crianças assistem seus pais mentirem e eles são explicitamente ensinados a mentir por seus pais.

Que pai ou mãe não mentiu a um filho para evitar que ele entrasse em contato com uma verdade desagradável (“tudo ficará bem”) ou ensinou os filhos a mentir para alguém que amam (“diga à vóvó o quanto você adorou o presente ”) ou instruiu uma criança a mentir em seu nome (“ diga que estou muito ocupada agora ”)?

Para melhor ou pior, os pais ensinam seus filhos a mentir e ficam chateados quando seus filhos usam a mentira para seus próprios propósitos.

Na verdade, as crianças aprendem rapidamente que mentir pode ser útil quando se tenta evitar punições, criar uma imagem melhor, influenciar o comportamento de outras pessoas ou formar sua própria identidade.

As crianças com QI mais alto, que são socialmente extrovertidas, ou que são criadas em um ambiente familiar de controle, são mais propensas a mentir.

Infelizmente, o comportamento de mentir tende a aumentar com o tempo, especialmente durante a adolescência, quando as crianças tentam afirmar sua independência. E para tornar as coisas mais complicadas, os adolescentes tendem a colocar recompensas à frente dos riscos, fazendo com que eles ajam de maneira mais descuidada (e muitas vezes mais enganosa) do que os pais gostariam.

O desafio que os pais enfrentam é como definir limites sem criar um ambiente hostil e controlador, priorizando a comunicação clara e fraterna.

Usar um estilo severo de parentalidade, exagerando (não verbalmente) e distribuindo punições severas, tende a ser contraproducente. As crianças mentem para evitar as consequências de suas ações; então aumentar as punições e castigos tende a aumentar um comportamento mais enganoso (esquiva).

Se você descobrir que seu filho está mentindo, o ideal é manter a calma. Concentre-se na raiz dessa mentira. O que ele busca com a mentira? De que situação ele pode estar se esquivando ao mentir?

Tente conversar com seu filho sobre o assunto em questão e tente entender o ponto de vista dele. Depois de ter tentado ver a situação do ponto de vista dele, deixe claro seu ponto de vista de maneira não agressiva.

Concentrar-se na mentirar em si, em vez de se concentrar no problema subjacente, muitas vezes desvia tempo e energia do problema real - apenas tornando mais provável que esse comportamento se repita.

É importante que você tenha consciência também de sua responsabilidade como pai / mãe em fornecer estrutura, estabelecendo regras e limites sobre o que é aceitável. E é fundamental que você diga aos seus filhos que você valoriza a honestidade em seu relacionamento com eles.

Embora este método esteja longe de ser uma prova completa, se usado de forma consistente, muitas vezes leva a melhores resultados a longo prazo.

Mas, se você está lidando com uma criança que mente mesmo quando não há motivo para mentir ou uma criança, que está constantemente se colocando em risco, procure ajuda profissional.

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Como os pais podem lidar com as frustrações dos filhos.

Frustração é "estado de um indivíduo quando impedido por outrem ou por si mesmo de atingir a satisfação de uma exigência pulsional". Dicionário Online de Português
 Frustração nada mais é do que a insatisfação diante de uma expectativa não realizada. Ela desencadeia sentimentos e comportamentos negativos tais como: raiva, tristeza, revolta, injúria, paralisação, agressividade . No entanto, a frustração pode ser também positiva e saudável, a medida que diante dela podemosencontrar novos recursos para superá-la.   

No universo infantil, ela pode se manifestar com o choro do recém nascido quando sente fome ou está sujo. Já nos mais crescidos, com as famigeradas birras e choros, seja por não ganhar aquele brinquedo da vitrine ou perder para o amiguinho na brincadeira.

 E é nesse momento que algumas atitudes podem ser tomadas:

ATITUDE A) Explicar à criança o por que aquilo não pode ser realizado. 
ATITUDE B) Atender o pedido da criança. 
Na primeira atitude, falamos da educação através de uma comunicação clara, delimitação de limites, coesão entre a decisão pelos cuidadores. 

Na segunda atitude, o cuidador cede ao desejo da criança pela dificuldade em vê-la "sofrer" por não obter o que quer ou até mesmo porque aquela birra ou choro incomoda. 

Percebo que os filhos são para os pais uma extensão de si. Há muita expectativa de que o filho "dê certo", seja feliz, tenha sempre o melhor. Afinal, quando o filho chega é comum que muitos pais queiram lhe oferecer o que eles podem não ter tido ou até mesmo, oferecer uma vida sem frustrações.

Dar tudo o que uma criança quer comunica: "POSSO TUDO O QUE EU QUISER". E é comum que seja fruto deste modelo de educação o imediatismo, a baixa resistência a frustração, a falta de recursos internos para lidar com situações. 

Você deve ter uma história de superação, em que aquela coisa que você tanto queria não dava certo e com determinação a superou. Pegue a história de grandes personalidades do mundo que você admira, com certeza suas biografias estão recheadas de superação diante às frustrações.

Resistência a frustração e resiliência são processos que nos fazem superar situações difíceis e amadurecer emocionalmente. No começo pode ser difícil para os pais terem que lidar com a birra/frustração da criança, mas isso é essencial e pode mudar muito a forma com que o filho faz escolhas no futuro.

E como os pais podem proceder diante a uma birra?


Quero enfatizar a importância da comunicação clara entre pais e filhos. Um "não","por que não" como resposta deixa a criança confusa do motivo de não realizar aquilo que ela quer. Quando ela toma conhecimento das consequências que aquilo acarreta, mostra-se a ela o limite e favorece a confiança entre ambos. A baixo coloquei alguns exemplos de como se comunicar melhor com o filho diante de uma situação de birra:
– Filho! Não pode puxar a orelha do titiu! Não pode!  Que tal tentar assim?: – Filho! puxar faz dodoi no titiu! Faz carinho nele assim...
–Filho, já chega de brincadeira por hoje! Chega, não pode mais.  Que tal tentar assim?:– Filho eu sei que você quer muito continuar brincado, mas já está na hora de ir para casa, nós vamos tomar um banho bem quentinho e dormir. Cada coisa tem sua hora, lembra?! A hora de brincar já acabou por hoje, está chegando a hora de dormir. Você terá muitos outros dias para brincar.  
Aos poucos é comum ver crianças até ensinando outras sobre esses esclarecimentos dos pais. Faça esse teste e me conte sua experiência! 😉

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